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quarta-feira, 30 de junho de 2010

UMA ARTE

A arte de perder não tarda aprender;
tantas coisas parecem feitas com o molde
da perda que o perdê-las não traz desastre.

Perca algo a cada dia. Aceita o susto
de perder chaves, e a hora passada embalde.
A arte de perder não tarda aprender.

Pratica perder mais rápido mil coisas mais:
lugares, nomes, onde pensaste de férias
ir. Nenhuma perda trará desastre.

Perdi o relógio de minha mãe. A última,
ou a penúltima, de minhas casas queridas
foi-se. Não tarda aprender, a arte de perder.

Perdi duas cidades, eram deliciosas. E,
pior, alguns reinos que tive, dois rios, um
continente. Sinto sua falta, nenhum desastre.

- Mesmo perder-te a ti (a voz que ria, um ente
amado), mentir não posso. É evidente:
a arte de perder muito não tarda aprender,
embora a perda - escreva tudo! - lembre desastre.


Elizabeth Bishop - nasceu em 8 de fevereiro de 1911 em Worcester, Massachusetts, nos Estados Unidos. Morreu em 6 de outubro de 1979. É considerada um das mais importantes poetas do século XX a escrever na língua inglesa.

(Tradução de Horácio Costa)

segunda-feira, 28 de junho de 2010

KAKÁ, o BAD BOY


Kaká, o bom menino foi expulso em jogo e hoje, imaginem só, falou um palavrão!!! E um palavrão daqueles bem caprichados!!!

O que está acontecendo??? Se continuar assim... o que poderá ainda acontecer???

Hehehehehe!!! Por aí é que se vê que quando a cabeça dá uma esquentada... as reações chegam mesmo...

Valeu, Brasil! Que venham os holandeses... de tamanquinhos e tudo...

É isso.

sábado, 26 de junho de 2010

GANA

Época de Copa do Mundo... e tome futebol o dia todo! Parece que os outros assuntos ficam de lado... e ficam mesmo...

Gostei de Gana ter ganhado dos EEUU - vai ser bom ver um representante da África seguir - até quando não importa...

Amanhã tem o jogo da Argentina contra o México e... sou mexicana desde pequenininha.. como toda minha família e meus amigos.

É isso... hasta mañana...

quinta-feira, 24 de junho de 2010

AMANHÃ... DE NOVO... ATÉ QUANDO???

Amanhã mais um jogo e, a bruxa está solta lá na África. Bem, não é bem a bruxa, mas a zebra.

França fora (adorei)! Itália despachada... E, bem que mereceram: França depois de entrar para a Copa com aquele gol do Tierry Henry que eliminou a Irlanda e a Itália com um joguinho vergonhoso. O que esperar senão eliminação?

Amanhã... será nossa vez de enfrentar os portugueses com Cristiano Ronaldo e tudo. Que venham...

Vamos torcer... muuuuuuuuuuito!!!

A LUCIDEZ PERIGOSA

Estou sentindo uma clareza tão grande que me anula como pessoa atual e comum: é uma lucidez vazia, como explicar? Assim como um cálculo matemático perfeito do qual, no entanto, não se precise.

Estou por assim dizer vendo claramente o vazio. E nem entendo aquilo que entendo: pois estou infinitamente maior que eu mesma, e não me alcanço. Além do que: que faço dessa lucidez?

Sei também que esta minha lucidez pode-se tornar o inferno humano - já me aconteceu antes. Pois sei que - em termos de nossa diária e permanente acomodação resignada à irrealidade - essa clareza de realidade é um risco.

Apagai, pois, minha flama, Deus, porque ela não me serve para viver os dias.

Ajudai-me a de novo consistir dos modos possíveis. Eu consisto, eu consisto, amém.

(Clarice Lispector)

terça-feira, 22 de junho de 2010

Lágrimas norte-coreanas


Não podia deixar de comentar o choro do jogador norte-coreano, Jong Tae-se, durante a execução do hino nacional daquele país momentos antes do jogo em que a nossa selecção os enfrentaria. Tae-se é o mais badalado atleta de sua selecção e foi criado no Japão e é filho de pais sul-coreanos. Teve sua nacionalidade negada no vizinho do sul antes de conseguir se naturalizar pelo país socialista.


Ninguém sabe porquê Tae-se então chorava já que a Coreia do Norte é uma aberração, um país comandado por um ditador, Kim Jong-Il, onde milhões de pessoas passam fome e não há liberdade. Não havia torcida norte-coreana no estádio, eram todos actores chineses contratados pelo regime norte-coreano simulando que eram norte-coreanos.

O choro dele me fez lembrar uma frase que outro dia vi num filme coreano (sul-coreano que é um pais prospero e democrático) “Ria e rirá com o mundo, chore e chorará sozinho".

Ao vê-lo chorar confesso que fiquei emocionado e também chorei pelo choro dele. Copa do Mundo de Futebol não é uma guerra entre nações, mas sim um congraçamento esportivo.

Os norte-coreanos estão à beira da fome generalizada, vivendo totalmente desolados do resto do mundo e sobre o governo desse ditador, que não permitiu a exibição da Copa do Mundo de 2010 em seu país, a não ser que sua selecção vença alguma partida, daí seria transmitido o VT com cortes!

Quero acreditar que Tae-se estava chorando porque pensava na infelicidade das 24 milhões de pessoas do povo norte-coreano.

(Andre Luis Aquino)

segunda-feira, 21 de junho de 2010

VIOLINOS NÃO ENVELHECEM

Eu a escrevi faz muito tempo - uma estória de amor. Quem a leu, eu sei, não se esqueceu.

Por razão do dito pela Adélia: " o que a memória ama fica eterno".

História de amor não inventada, acontecida, tão comovente quanto Romeu e Julieta, Abelardo e Heloísa. O que fiz foi só registrar o acontecido.

Preciso contá-la de novo, para benefício daqueles que não a leram pela primeira vez, e a fim de acrescentar um final novo, inesperado, acontecido depois.

A testemunha que me relatou o sucedido foi sobrinho, médico-músico, pessoa querida e bonita.

Atrasou-se para um compromisso na minha casa, chegou três horas depois, explicando que havia ido ao velório de um tio de 81 anos de idade que morrera de amor. Parece que seu velho corpo não suportara a intensidade da felicidade tardia, e os seus músculos não deram conta do jovem que, repentinamente, dele se apossara.

O amor surgira no tempo em que ele é mais puro: a adolescência. Mas naqueles tempos havia uma outra Aids, chamada tuberculose, que se comprazia em atacar as pessoas bonitas, os artistas, os apaixonados --- esses eram os grupos de risco.

Pois ela, a tuberculose, invejosa da felicidade dos dois, alojou-se nos pulmões do moço, que teve de ir em busca de ar puro, no alto das montanhas, sanatório, tal como Thomas Mann descreve em seu livro - "A montanha mágica".

Quem ia para tais lugares despedia-se com um "adeus", um olhar de "nunca mais". Na melhor das hipóteses, muitos anos haveriam de passar antes do reencontro.

Imagino o sofrimento da jovem dividida: o corpo, naquela casa, a alma por longe terra! Na vida daquela menina, que surda, perdida guerra... (Cecília Meireles).

Valeram mais os prudentes conselhos da mãe e do pai: não trocar o certo pelo duvidoso. Vale mais um negociante vivo que um tuberculoso morto. E aconteceu com ela o que aconteceu com a Firmina Dazza, que de longe e às escondidas namorava o Fiorentino Ariza, na estória de Gabriel García Márquez "Amor nos tempos do cólera", que foi obrigada pelo pai a se casar com o doutor Urbino: não se troca um médico por um escriturário. Casou e com ele ficou até que, depois de 51 anos, veio a libertação...

Ela casou. Ele casou. Nunca mais se viram. Quando ele tinha 76 anos, ficou viúvo. Quando ela tinha 76 anos (ele tinha 79), ela ficou viúva. E ficou sabendo que ele estava vivo. A curiosidade e a saudade foram fortes demais. Foi procurá-lo. Encontraram-se. E, de repente, eram namorados adolescentes de novo. Resolveram casar-se. Os filhos protestaram. Eles, os filhos, todos os filhos, não suportam a idéia de que os velhos também têm sexo. Especialmente os pais. Pais velhos devem ser fofos, devem saber contar estórias, devem tomar conta dos netos. Mas velho apaixonado é coisa ridícula. Não combina. Mais detalhes no livro da Simone de Beauvoir sobre a velhice.

E houve também aquela estória do programa "Você decide" o velho pai, infeliz a vida inteira com a esposa, encontra uma mulher por quem se apaixona.

A pergunta: ele deve ou não deve deixar a esposa para viver o novo amor? Você decide... A decisão do público - os filhos, evidentemente: "Não, ele não deve viver o novo amor..." Os filhos sempre decidem contra o amor dos pais.

Mas, na nossa estória, os dois velhos deram uma solene banana para os filhos e foram viver juntos em Poços de Caldas. Viveram um ano de amor maravilhoso, e ele até começou a escrever poesia e voltou a tocar o violino que ficara por mais de 50 anos sobre um guarda roupa, porque a esposa não gostava de música de violino.

Confessou ao sobrinho: "Se Deus me der dois anos de vida com esta mulher, minha vida terá valido a pena..." Bem que Deus quis. Mas o corpo não deixou. Morreu de amor, como temia o Vinícius.

Achei a estória tão bonita que a transformei numa crônica a que dei um título inspirado nas Sagradas Escrituras: "...e os velhos se apaixonarão de novo".

Começa aqui o novo final para a estória.

Passaram-se semanas. Eram dez horas. Eu estava trabalhando no meu escritório. O telefone tocou. Voz aveludada de mulher do outro lado.

- É o professor Rubem Alves?

- Sim, respondi secamente. Eu sou sempre seco ao telefone.

- Quero agradecer a belíssima crônica que o senhor escreveu com o título: "...e os velhos se apaixonarão de novo". O senhor já deve ter adivinhado quem está falando...

- Não, respondi. Por vezes eu sou meio burro. Aí ela se revelou:

- Sou a viúva.

Foi o início de uma deliciosa conversa de mais de 40 minutos, interurbano, em que ela contou detalhes que eu desconhecia. O medo que ela teve quando ele resolveu mandar consertar o violino! Ela temia que os dedos dele já estivessem duros demais...

Ah! Que metáfora fascinante para um psicanalista sensível!

Sim, sim! Nem os violinos ficam velhos demais, nem os dedos ficam impotentes para produzir música!

E aí foi contando, contando, revivendo, sorrindo, chorando - tanta alegria, tanta saudade, uma eternidade inteira num grão de areia... Ao terminar, ela fez esta observação maravilhosa:

- Pois é, professor. Na idade da gente, a gente não mexe muito com sexo. A gente vive de ternura!

Aqui termina a lição do Evangelho.

(Rubem Alves)

domingo, 20 de junho de 2010

CHAPELEIRO BRASILEIRO


Nossa, em vez de um chapéu... foram dois chapéus!!! E, que chapéus!!!

Um lembrete: o chapeleiro Luiz Fabiano jogou... na Ponte Preta e... foi lá que ele aprendeu a jogar assim, como jogou hoje.

E o Kaká? Provou que não tem sangue de barata... até ele, sempre educado, tranquilo perdeu as estribeiras - e com razão... Juiz não tomou providências com as agressões, não fez nada... E esse negócio que brasileiro só apanha tem mesmo que acabar...

Enfim, valeu!!! Agora é esperar pelos portugueses. Que meus antepassados portugueses me perdoem mas... vai dar Brasil, com Cristiano Ronaldo e tudo...

É isso...

sábado, 19 de junho de 2010

GOSTO...

Gosto de gente com a cabeça no lugar, de conteúdo interno, idealismo nos olhos e dois pés no chão da realidade.
Gosto de gente que ri, chora, se emociona com uma simples carta, um telefonema, uma canção suave, um bom filme, um bom livro, um gesto de carinho, um abraço, um afago.
Gente que ama e curte saudades, gosta de amigos, cultiva flores, ama os animais. Admira paisagens, poeira; e escuta.
Gente que tem tempo para sorrir bondade, semear perdão, repartir ternuras, compartilhar vivências e dar espaço para as emoções dentro de si, emoções que fluem naturalmente de dentro de seu ser!
Gente que gosta de fazer as coisas que gosta, sem fugir de compromissos difíceis e inadiáveis, por mais desgastantes que sejam.
Gente que colhe, orienta, se entende, aconselha, busca a verdade e quer sempre aprender, mesmo que seja de uma criança, de um pobre, de um analfabeto.
Gente de coração desarmado, sem ódio e preconceitos baratos. Com muito AMOR dentro de si.
Gente que erra e reconhece, cai e se levanta, apanha e assimila os golpes, tirando lições dos erros e fazendo redentora suas lágrimas e sofrimentos.
Gosto muito de gente assim... e desconfio que é deste tipo de gente que DEUS também gosta!

(Arthur da Távola)

sexta-feira, 18 de junho de 2010

JOSÉ SARAMAGO

José Saramago tinha um blog, e, quem se interessar, o link é:

http://caderno.josesaramago.org/category/o-caderno-de-saramago/

HISTÓRIA DE UM CAMPEIRO ERRANTE

Já nascera na campanha,
sobre um carnal de pelego,
e, assim, desde borrego,
arrucinando na infância,
foi se criando, à distância,
repontando a liberdade,
vivendo a imensidade
dos campos grandes da estância.

Aprendera quase tudo,
sempre na lida campeira,
desde laçar, na mangueira,
um bagual para domar;
e, depois, lhe ensinar,
numa disputa tamanha,
que o homem é quem ganha,
pois sabe ouvir e pensar.

Aprendeu castrar cordeiros,
depois terneiros e potros;
e até já ensinava aos outros
segredos da profissão:
fazer fogo sem tição,
assar carne no mormaço,
ou pialar de todo laço,
nos dias de marcação.

E, assim, se fez índio chucro,
camperaço e destorcido,
homem guapo e conhecido
em todo aquele rincão.


Mas, dentro do coração,
algo sempre lhe dizia
que ele, um dia, deixaria
daquela vida de peão.

Trazia dentro do peito
uma vontade escondida
de mudar a sua vida,
indo morar na cidade;
pois, na sua ingenuidade,
pensava que um campeiro,
no cotidiano povoeiro
fosse além da realidade.


Um dia, encilhou o zaino:
bom preparo, bom arreio,
alçou o pingo no freio
e se perdeu campo a fora;
do tim-tim-rim das esporas
ficara um eco manheiro
de mais um índio campeiro,
que da querência ia embora.

Sumiu–se a figura alegre
daquele xiru gaudério;
ficou guardado o mistério
daqueles que ficaram.
Dias e anos passaram,
e o quera não mais voltou;
por certo que se arrumou,
como tantos se arrumaram.

Talvez na cidade grande,
onde existe tanto emprego.
Mesmo quem foi do pelego
há de tirar melhor vida;
ilusão que é perseguida
e apartada da verdade,
porque ao chegar à cidade
a espera é longa e sofrida.

Mas foi num final de tarde,
de um dia meio chuvoso,
na hora de pedir pouso,
como se diz pelo pago,
que surgiu um olhar vago
da peonada que mateava:
alguém se aproximava;
talvez, rondando um amargo.

Depois de um buenas tardes,
com as vestes esfarrapadas,
as melenas mal tosadas,
num jeitão de mês de agosto,
trazia estampado ao rosto
a saudade do galpão;
e até mesmo o chimarrão,
que já esquecera do gosto.

Ainda disse, ao chegar,
que, além de pedir pousada,
vinha de longa jornada,
e a fome já o dominava;
e o sinuelo que buscava,
da cidade onde sonhou,
espantou–se, se apartou
da tropa que repontava.

Depois que a peonada alegre
reconheceu o vivente,
no seu instinto experiente
foi dizendo aos companheiros:
embora seja matreiro
o que se chama destino,
jamais será citadino
quem nasceu chucro e campeiro!

terça-feira, 15 de junho de 2010

PENSEI EXAGERADO...

Pois é, pensei exagerado... Achei que o Brasil ia detonar, ganhar de uns 4x0 e... nossa, foi um minguado 2x1. O Brasil foi cauteloso demais...

E, foi um jogador de defesa quem fez o primeiro gol: Maicon! O segundo foi de um jogador criticado quando foi convocado: Elano. Torci muito pelo Robinho que bem mereceu fazer um gol, pois foi um dos melhores em campo.

Foi difícil mas, será que continuará assim? Tomara que não, mas, o primeiro passo foi dado.

É isso...

quinta-feira, 10 de junho de 2010

BAFANA, BAFANA

Como não torcer para os BAFANA, BAFANA?

Minha segunda torcida nas Copas do Mundo era para Itália, terra de meus avós mas, que eles me perdoem... este ano vou torcer é para a África do Sul.

Vou até comprar vuvuzelas para os dias de jogo...

Mas, se chegarem à final... com o Brasil, é claro, que os BAFANA, BAFANA me perdoem, aí vão perder esta torcedora...

É isso.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

A LUCIDEZ PERIGOSA

Estou sentindo uma clareza tão grande
que me anula como pessoa atual e comum:
é uma lucidez vazia, como explicar?
Assim como um cálculo matemático perfeito
do qual, no entanto, não se precise.

Estou por assim dizer
vendo claramente o vazio.
E nem entendo aquilo que entendo:
pois estou infinitamente maior que eu mesma,
e não me alcanço.

Além do que:
que faço dessa lucidez?
Sei também que esta minha lucidez
pode-se tornar o inferno humano
– já me aconteceu antes.

Pois sei que
– em termos de nossa diária
e permanente acomodação
resignada à irrealidade –
essa clareza de realidade
é um risco.

Apagai, pois, minha flama, Deus,
porque ela não me serve para viver os dias.
Ajudai-me a de novo consistir
dos modos possíveis.

Eu consisto,
eu consisto,
amém.

(Clarice Lispector)

sábado, 5 de junho de 2010

ÊTA GRIPE DANADA!!!


Peguei uma gripe daquelas! Tosse, dor de cabeça, dor no corpo, dor de garganta... estou péssima!

Tem coisa mais chata, mais sem graça do que estar gripada? A gente não dorme direito, não come direito e... não dá o menor ibope... todo mundo diz: é só uma gripe... Só uma gripe??? Que nada... ela é "marvada" mesmo...

Atchim, atchim... bem, vou ficando por aqui porque não quero passar a "marvada" pra ninguém...

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Ontem assisti pela enésima vez uma entrevista com Barbosa, goleiro da seleção brasileira de 1950, que perdeu para o Uruguai em jogo no Maracanã, perdendo a copa do mundo.

Barbosa, hoje um velho senhor, disse que as pessoas que cometem crime são condenadas a 30 anos e depois são soltas mas, que ele, depois de 50 anos ainda está prisioneiro por ter falhado...

Pergunto: o que faziam os outros 10 jogadores? Por que os atacantes não fizeram mais gols? Por que não foram cobrados?

É interessante que atacantes podem perder muitos gols, os jogadores da defesa também podem falhar... todo mundo esquece mas, goleiro que falha, ah... esses sim não são nunca perdoados. Felix até hoje também é julgado, criticado como mau goleiro, que falhava, que errou e até foi responsável por isso, por aquilo...

Agora que temos o melhor goleiro do mundo, vamos ver se ele "pensar" em falhar... Mas, que Kaká, Robinho etc. façam o que tem que ser feito, isto é, gols...

Lá estará Júlio César fechando a porta pra ninguém entrar...

É isso...

terça-feira, 1 de junho de 2010

VICE não é importante???


A escolha de alguém para ser vice presidente é importante? Precisa ser alguém com afinidade com o candidato a presidente? É suficiente que ele seja apenas um "puxador de votos"?

Fico pensando que, em toda atividade na qual estamos, sempre temos alguém a quem dar continuidade ao nosso trabalho, a nos substituir e, nessa pessoa confiamos, temos certeza que tudo aquilo que fizemos não será destruído, deixado pra lá...

E, os candidatos à presidência, cargo mais importante de uma nação, parece não se importarem muito com isso, afinal, vice é só... vice... não é, não será O presidente...

Mas, a nossa história relata outra coisa: vários vice-presidentes acabaram por assumir a presidência: Café Filho, Delfim Moreira, João Goulart, José Sarney, Itamar Franco...


Existe a preocupação de quem substituirá Kaká na seleção brasileira de futebol, caso ele se machuque mas, está havendo essa preocupação dos candidatos à presidência e dos eleitores?

Vamos pensar?